Minas Gerais confirma morte por hantavírus e autoridades monitoram novos casos no país
De acordo com a secretaria, o paciente havia tido contato com um roedor silvestre enquanto trabalhava em uma lavoura. Os primeiros sintomas surgiram em 2 de fevereiro, inicialmente com dor de cabeça. Quatro dias depois, ele procurou atendimento médico apresentando febre, dores musculares, articulares e na região lombar.
As amostras biológicas coletadas foram enviadas para análise na Fundação Ezequiel Dias (Funed), que identificou sorologia IgM reagente para hantavírus. O homem morreu em 8 de fevereiro
A Secretaria Estadual de Saúde destacou que o episódio é considerado isolado e sem ligação com outros registros da doença. Em nota à CNN Brasil, o Ministério da Saúde afirmou que ainda não é possível confirmar se esta foi a primeira morte por hantavírus registrada no país em 2026.No Paraná, a Secretaria Estadual de Saúde confirmou, na última sexta-feira (8), dois casos da doença. Um deles foi identificado em Pérola D’Oeste, município próximo à fronteira com a Argentina, e o outro em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais.
Além dos casos confirmados, outras 11 notificações seguem em investigação, enquanto 21 já foram descartadas. Segundo o governo paranaense, a situação permanece controlada e os casos suspeitos continuam sendo monitorados pela rede pública de saúde.
O alerta das autoridades ocorre após a Organização Mundial da Saúde (OMS) informar registros de casos e mortes por hantavirose em passageiros de um cruzeiro que fazia o trajeto entre a Argentina e Cabo Verde. Apesar disso, tanto a morte em Minas Gerais quanto os casos do Paraná não têm relação com as infecções identificadas no navio MV Hondius.

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