Gestão do prefeito Normando entra no modo crise antes da Quarta-feira de Cinzas
Depois de quase duas semanas de paralisação na educação e na assistência social, os servidores da saúde aderiram à greve geral na noite de quinta-feira, 29. Três das mais estratégicas secretarias municipais cruzaram os braços, ampliando a pressão política e administrativa sobre o Palácio Antônio Lemos . A adesão da saúde à greve ocorreu em assembleia geral e foi aprovada por unanimidade. A categoria exige a revogação da Lei nº 10.266/26 , classificada pelos sindicatos como um “pacote de maldades” por retirar direitos históricos dos servidores municipais. O movimento acrescentou um novo e sensível ponto à pauta: a exoneração do secretário de Gestão e Planejamento, Patrick Tranjan , figura central nas negociações com as categorias. “Queremos negociar com quem manda, que é o prefeito desta cidade”, afirmou uma liderança do setor, deixando claro o desgaste do interlocutor escolhido pelo Executivo. A greve explode no exato momento em que a Secretaria de Saúde passa por troca d...