Chuva gera alagamentos na tarde desta segunda-feira (16) em Belém

 


A chuva que começou a cair no início da tarde desta segunda-feira (16), em Belém, gerou vários pontos de alagamentos. A situação gerou trânsito lento e prejuízos para a população. Diversos pontos de alagamento foram registrados no bairro do Marco, Pedreira e Cremação. A reportagem do Grupo Liberal aguarda posicionamento da Secretaria Municipal de Zeladoria e Conservação Urbana (Sezel).

Dentre os pontos alagados estavam na Duque de Caxias, no trecho entre as travessas Perebebui e Alferes Costas, no bairro do Marco. Outro ponto que se transformou em rio no mesmo bairro foi na avenida Romulo Maiorana com a travessa Lomas Valentinas. Um dos piores alagamentos foi registrado na avenida Pedro Miranda, no bairro da Pedreira.  

Na avenida Pedro Miranda, entre as travessas Curuzu e Antonio Baena, no bairro da Pedreira, novamente se formou um rio. Alguns carros deram problema no meio do alagamento. Outros resolveram fazer a curva na travessa Curuzu e alguns voltavam na contramão para não enfrentar o alagamento .

O segurança Reinaldo Tereza Gomes, de 57 anos, é nascido e criado na travessa da Curuzu. Desde quando ele nasceu, o local onde mora alaga. Com o alagamento vêm as pragas e doenças. “Sempre alagou, alagou. Antes chegava lá no canto do Chaco, mas ainda continua alagando”, disse

O morador estava indignado com mais um alagamento. “Pode vir o que vir, COP30, COP60, até 100, não muda esse pedaço. Enquanto centro, Doca, enche, imagina aqui. Sempre foi assim esse pedaço”, aponta. Ele reclama que a manutenção da rede de drenagem ocorre uma vez por ano, próximo do Natal, sem que se resolva o problema. “Só para fazer uma capa. Para fazer manutenção, não fazem. Olha como eles fazem aqui. Iniciam, mas não acabam. Olha só de lixo como está. Não fazem nada!”, contou.

O motorista de aplicativo João Batista, de 43 anos, precisou finalizar uma corrida antes do alagamento e esperar a água baixar para não ter um prejuízo maior. "É um transtorno para todos nós. O passageiro teve que descer aqui, enfrentar a água andando, porque ia descer mais lá na frente. Agora é esperar a água baixar para poder seguir caminho", contou. "Deixar essa água entrar no carro, e parar vai ter que puxar guincho para poder tirar o carro é muito prejuízo. É melhor esperar", complementou.


- Anne Vitória 

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