2026, o ano de despedida dos orelhões; Anatel inicia operação de retirada dos aparelhos nas grandes cidades

 


2026 marca o início do fim dos orelhões no país. Sobre o desaparecimento dos aparelhos, as estruturas, que fizeram parte do cotidiano de milhares de brasileiros entre as décadas de 1970 e começo dos anos 2000, vão sumir definitivamente das grandes cidades.



Os poucos que ainda existem devem ser ainda mais raros, já que começa o fim das concessões do serviço de telefonia fixa das cinco empresas responsáveis por esses aparelhos. Elas não são mais obrigadas a manter telefones fixos e orelhões.


Assim, já a partir deste mês de janeiro, cerca de 30 mil carcaças de orelhões serão removidas de ruas e avenidas de todo o país.



Em compensação, as empresas devem fazer investimentos em redes de banda larga ou móveis. Alguns aparelhos podem até permanecer nas ruas até 2028, mas somente nas cidades onde não há outro serviço de telefonia disponível.

Segundo a Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, não há mais produção de cartões telefônicos e os postos de venda são raríssimos. A agência determina que quando não houver cartão, os orelhões devem permitir ligações locais e nacionais para telefones fixos de graça.



Atualmente, pouco mais de 2 mil orelhões ainda sobrevivem em ruas de todo o Brasil. No site da Anatel é possível saber onde estão esses aparelhos, com uma lista completa de todos os endereços. 


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