Mulher que perdeu casas por vício em jogos online deixa de usar celular: 'Destruindo a minha mente'
Assíria Macêdo recebe ligações diárias com cobranças das pessoas a quem ela pediu dinheiro emprestado para jogar nas plataformas como o 'Jogo do Tigrinho'.
A cearense Assíria Macêdo, de 29 anos, que perdeu duas casas da família e fez dívida de R$ 50 mil devido ao vício em jogos de aposa online, decidiu parar de usar o celular para não ter acesso a plataformas como o "Jogo do Tigrinho".
A decisão da jovem ocorreu após ela compartilhar, nas redes sociais, um desabafo sobre os danos causados na vida dela por conta dos jogos online. Além do prejuízo material, ela se separou do marido e está abalada psicologicamente.
"Eu só queria pagar as minhas dívidas e trabalhar. Não posso nem ter acesso ao meu celular, pois está me destruindo, destruindo a minha mente", desabafou
"Eu estou muito arrependida de todas as escolhas que eu fiz. O primeiro passo é o reconhecimento. Hoje eu reconheço que estou doente, mas antes eu não reconheci, nunca assumi, nunca aceitei ser viciada ou ser doente. […] Só eu sei o que eu faço para poder ficar bem e não consigo. Esse é meu último pedido de socorro e eu espero ser ajudada”, falou a mulher.
Sem renda fixa e com várias contas acumuladas, Assíria, as filhas e os pais idosos estão morando de favor.
"A gente realmente está sobrevivendo com a ajuda de pessoas mais próximas que conhecem a situação", disse a extensionista.
Após a repercussão do vídeo, Assíria conseguiu um acompanhamento psicológico gratuito e segue em busca de juntar a quantia necessária para quitar o que deve.
"Eu estou muito arrependida de todas as escolhas que eu fiz.
O primeiro passo é o reconhecimento. Hoje eu reconheço que estou doente, mas antes eu não reconheci, nunca assumi, nunca aceitei ser viciada ou ser doente. […] Só eu sei o que eu faço para poder ficar bem e não consigo. Esse é meu último pedido de socorro e eu espero ser ajudada”, falou a mulher.
Sem renda fixa e com várias contas acumuladas, Assíria, as filhas e os pais idosos estão morando de favor.
"A gente realmente está sobrevivendo com a ajuda de pessoas mais próximas que conhecem a situação", disse a extensionista.
Após a repercussão do vídeo, Assíria conseguiu um acompanhamento psicológico gratuito e segue em busca de juntar a quantia necessária para quitar o que deve.


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